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A serpente que morreu de gripe H5N1

Salmos 58:4

O seu veneno é semelhante ao veneno da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos

Houve um atraso em Belo Horizonte e o avião aterrissou em Fortaleza às 5h30. Desde às 3h30 –  hora inicialmente prevista da chegada da aeronave – o senhor James Snakes já estava no aeroporto internacional Pinto Martins, a fim de receber carga preciosíssima, pela qual havia pago R$ 4.000,00 em 12 módicas parcelas, em seu cartão de crédito. Mr. James Snakes é discreto criador (e revendedor) de “Serpentes Pet”, atividade que deve estar causando surpresa (e asco!) a alguns de meus leitores, mas que é motivo de enorme alegria e não pouco lucro ao inglês de 65 anos, dos quais 35 vivenciados na terra de José de Alencar. Aqui havia ele chegado de férias e, ao conhecer uma morena, se encantou e decidiu ficar – até hoje.

Na caixa que trazia a “Serpente Pet”, havia curiosa propaganda, da forma seguinte:

  • Serpentes Pet- seja diferente: crie uma serpente!;
  • São mais difíceis de adoecer;
  • Não é preciso se preocupar com mordidas das espécies jiboia e salamanta;
  • As escamas são secas. Elas não são animais “pegajosos”;
  • A serpente não é fria, ela se adapta à temperatura ambiente;
  • Não são dependentes, como cachorros e gatos.

Nosso Mr.. James Snakes pegou sua encomenda, pô-la no carro, rumou para sua casa e viveu feliz por 6 mêses. Ocorreu que a Dorothy (esse foi o nome dado à serpente) adoeceu e foi levada ao veterinário, que diagnosticou uma gripe das mais graves e mortais: a H5N1. Apesar dos intensos cuidados, Dorothy morreu em uma chuvosa segunda-feira, às 5h30 da manhã, de modo pacífico, silencioso e inodoro – enquanto o inglês, de notebook aberto, já encomendava outra para ser pega no aeroporto naquele mesmo dia.

O SEU VENENO É SEMELHANTE AO VENENO DA SERPENTE: sim, há serpentes não-venenosas, como a nossa Dorothy, e há outras enormemente venenosas, que basta uma picada e, pronto! morte certa! Estou seguro em afirmar que há gente que se comporta como uma “Serpente Pet”.  Gente que se faz de amigo, de prestativo, de calado, de confiança – e o inocente (potencial vítima) vai se abrindo com ele/ela, ao ponto de revelar os mais íntimos segredos… Depois, a médio ou longo prazo, percebe que a figura se transformou em um enorme dragão a vomitar fogo por todos os poros! Na Bíblia, dragão está ligado à figura de satanás: Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos (Apoc. 20.2).  Portanto, olho vivo! Cuidado com suas amizades!

SÃO COMO A VÍBORA SURDA, QUE TAPA OS OUVIDOS: leia o parágrafo acima. Agora tape os ouvidos ao que a “Serpente Pet” lhe disser. Não caia no “Conto da Serpente”, como fizeram Eva & Adão.

Que Deus tenha piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

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Vendo de perto, ninguém é normal…

1 Coríntios 1:18

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus

Hum – penso que atrai a atenção de meu leitor com o título “vendo de perto, ninguém é normal”.

A Psiquiatria define a loucura como uma doença orgânica, que recebe um nome – esquizofrenia – e que necessita de um imediato tratamento farmacológico para eliminar o pensamento e o comportamento do indivíduo.  A Psicanálise define-a como algo que “faz parte de cada um de nós”, está em nosso inconsciente, e “louco-varrido” vem a ser aquele que não resistiu à constante luta que se desenvolve em e dentro de si.

Fica sabido que os conceitos de loucura divergem entre os saberes da Medicina, desde sempre.

Analisemos o verso bíblico acima, como de praxe:

PORQUE A PALAVRA DA CRUZ É LOUCURA PARA OS QUE SE PERDEM: em tão curta frase temos duas “loucuras”: 1. A palavra da cruz sempre foi loucura e deve(rá) sê-lo.  A cruz é símbolo de maldição; mas é também de salvação; 2. Na cruz Jesus sofreu, e chorou, e verteu sangue para que eu hoje pudesse ser salvo, chorar de alegria, e me sentir com a alma e espírito ‘lavados’ por aquele precioso sangue do inocente que deu a própria vida – na cruz – em meu lugar. Louco mesmo é aquele que a isso não atenta; pior dos mundos: declara que tudo não passa de uma histeria coletiva engenhosamente engendrada pelos discípulos de Jesus Cristo.

MAS PARA NÓS, QUE SOMOS SALVOS, É PODER DE DEUS: todo o que aceita a Jesus Cristo como salvador está a salvo. Essa aparente simplicidade e desconcertante amorosidade deixam qualquer um “muito doido”; porque – a rigor – a gente pensa que um cipoal de “sacrifícios”, “desencapetamentos”, “unções-de-última hora” e “quebras-de-maldições” são necessários (aliás, imperativos!) para que o mortal atinja a imortalidade. Nada mais falso! O meu leitor – cuja inteligência está acima da média – deve fugir dessas arapucas que pregam a mentira, a fim de engordarem os seus bois, as suas vacas,  os seus puxa-sacos, e que tais. Liguem os fios!

Pregamos o evangelho puro e simples: Jesus Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo, prepara e leva o crente para o céu. O que passar disso só pode(rá) vir de um cabra muito doido e bom de levar umas chicotadas, e bom de ser amarrado de cabeça pra baixo até confessar o pecado e fazer voto de que nunca mais vai pregar heresias; o que passar disso só pode(rá) vir de um cabra que merece ser pendurado no armador, de cabeça pra baixo e levar uma surra de toalha molhada (pois não deixa marcas no corpo…) até dizer que vai voltar à Escola Bíblica Dominical, e que nunca mais vai falar mal dos irmãos e do pastor da Igreja…

– Esquizofrênico, alguém acaba de gritar bem atrás de mim!

Que Deus tenha piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

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Desejo a todos uma boa vida e uma excelente morte!

Gênesis 25:8

E Abraão expirou, morrendo em boa velhice, velho e farto de dias; e foi congregado ao seu povo.

Ortotanásia: um conceito médico ainda pouco divulgado e que significa uma morte digna, sem abreviações nem sofrimentos extenuantes ao moribundo e a toda a família. Receio que o meu leitor ainda não tenha ouvido falar disso; quando muito, conhece a Eutanásia, que é abreviar – sim, abreviar a vida de um paciente terminal.

Abraão morreu aos 175 anos de idade, em boa-ditosa velhice e farto de dias; e foi congregado ao seu povo. De minha parte, não tenho pressa de morrer e diria a verdade se revelasse que almejo a mesma morte desse patriarca.

A verdade toda é que para muita gente a morte é fim de tudo, assim como uma lâmpada que se apaga, sem possibilidade de transcendência . Aquele que não crê em transcendência (algo para além da morte, num conceito quase simplista), está fadado a uma vida mais triste. Inúmeras pesquisas já foram feitas por renomadas universidades. E todas elas são da mesma opinião: crer em vida (alguma forma dela) depois da morte faz dessa vida aqui algo suportável.

Morte foi, é e sempre será assunto tabu. Todos queremos vida eterna e, de preferência, que seja aqui mesmo na terra, ao lado de familiares, e amigos, e parentes, e aderentes, e consanguíneos, e afins. A vida eterna é possível somente em Jesus Cristo (cf. João 3.16). Qualquer atalho será punido aqui e no além. Portanto, olho vivo!

No mundo oriental, eles lidam melhor com a questão da morte. Não há desespero em um funeral no oriente, onde lá estive em viagens e pude constatar. No mundo ocidental, dependendo da religião – ou da inexistência dela – o quadro pode ser desesperador, trágico ou até mesmo engraçado: alguns chorando à beira do caixão, enquanto outros sorriem em alegres rodas-de-conversa; até mesmo há quem beba , mas beba tanto que, de volta à sala de velório, acaba errando a porta e vertendo lágrimas a outro defunto! No lado protestante,  o quadro pode ir da sobriedade, da contrição, das lágrimas contidas, dos elogios rasgados ao defunto em intermináveis discursos,  a um culto-de-despedida com direito a pregação de uma hora, revelações de última hora, profecias, “girar-do-manto” e outras  esquisitices travestidas de cristianismo.

Mas, já hora é de por um fim a esse texto, e desejar ao meu leitor uma boa vida e – sobretudo – uma excelente morte!

Não – não se assustem! Desejo a cada um de meus leitores a morte de Abraão: 175 anos,  em boa velhice.

Que Deus tenha piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós.

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Juntos & misturados!

João 16

13  Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.

14  Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.

15  Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

 

A Igreja crê na Trindade porque foi revelada pelo próprio Cristo. Essa verdade absoluta foi tratada e definida no Concílio de Nicéia, ano 325 AD, com a participação de 318 bispos de todo o mundo. Desde esse tempo, inimigos – dentro do próprio Cristianismo! – têm-se levantado para negar essa pedra basilar-fundacional de nossa religião. Até hoje, século XXI, na terra-brasilis, diversos grupos negam a Trindade; no entanto, para delírio deles, muitos trinitarianos cantam suas músicas e lêem seus textos (quem lê, entenda!).

Deve-se afirmar que, a dificuldade para compreender o mistério da Trindade é um argumento a favor, e não contra a sua verdade! Do lado de cá desse mundinho nosso, jamais – repito – jamais iremos compreender a Trindade em sua completude e concretude. Deus existe, e é um e múltiplo ao mesmo tempo. Nele, a unidade e diversidade se encontram, se fundem, e se dão a conhecer. Pode-se, naturalmente, não aceitar essa realidade – e pregar contra ela. Todavia, uma verdade não deixa de sê-lo porque alguém lhe nega! Deus é amor, portanto não pode ser um Deus solitário! Amar implica outro e/ou outrem! Há um que ama, um que é amado e algo (ah, o amor!) que os une.

Êitaaaa pastor! o senhor está “teológico demais” hoje! Será!? Então, tá! Façamos assim:

  1. Creiamos em Deus Pai todo-poderoso;
  2. Creiamos no unigênito Filho de Deus – a saber: Jesus Cristo;
  3. Creiamos no enviado do Pai e do Filho – a saber: o Santo Espírito.

Seguimos juntos & misturados, iguais & diferentes. Afinal, toda unanimidade é burra!

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Você, um Arganaz!

Provérbios 30:26

Os arganazes são um povo débil; e contudo, põem a sua casa na rocha.

Antes de tudo imperativo é que entendamos o que é, de fato, um arganaz.

Acha-se mencionado quatro vezes na Escritura: em Lv 11.5 – em Dt 14.7, entrando no número daqueles animais, de que ninguém se podia alimentar, porque ‘ruminam, mas não têm a unha fendida’ – em Sl 104.18, como achando abrigo nas rochas – e em Pv 30.26, pertencendo às quatro pequenas coisas, que são muito sábias: ‘povo não poderoso, contudo fazem a sua casa nas rochas.’ o que se traduz por ‘arganaz’ é o Hyraz Spria-cus. Destes animais, parecidos com o nosso coelho, há ainda abundância na Síria – vivem nas rochas e procuram refúgio logo ao menor sinal de perigo.

De toda a descrição acima, mais vale a pena gravar na mente isso “povo não-poderoso, contudo fazem a sua casa nas rochas”. 

Para o meu leitor, que tem inteligência acima da média, já percebeu que esse tal de “Arganaz”, na verdade, é um tipo de coelho – sim, um tipo, mas não um coelho! O arganaz é de frágil compleição, embora extremamente ágil e inteligente, pois põe a sua casa na rocha – isso mesmo, na rocha! Vejamos o verso bíblico acima:

OS ARGANAZES SÃO UM POVO DÉBIL: são frágeis estruturalmente. São frágeis de aparência. Mas, são ágeis e estão sempre alertas ao menor sinal de perigo. Sabem eles que na(s) rocha(s) irão encontrar seguro abrigo. Isso nos remete à nossa estrutura igualmente frágil. O problema é que, ao contrário dos arganazes, a gente põe a confiança em outras coisas e pessoas – e daí vem enorme decepção! Se puséssemos nossa confiança na Rocha – que é Jesus Cristo – seríamos tão sábios como os arganazes.

CONTUDO PÕEM A SUA CASA NA ROCHA: releia o parágrafo acima. Pronto! Vá e faça o mesmo!

De uma vez por todas: construa a sua casa sobre a Rocha!

Pare de ser um coelhinho assustado!

Seja um ARGANAZ! Sim – você, um Arganaz!

Que Deus tenha piedade de nós! Senhor, tende piedade de nos!

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Não é ninguém; é o pastor!

João 10:14

Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.

Era um sábado, cerca de 11h30 da manhã, e o sol derretia o cérebro de qualquer um.  A campainha soou na casinha nr 157 da Vila Morena, periférico bairro de Fortaleza. Dona Chiquinha da Luz, crente, enfermeira aposentada de 65 anos, finalizava o almoço, e estranhou alguém à sua porta àquela hora – hora do almoço! Mariana, filha querida, 35 anos, mãe solteira,  foi solicitada a ir ver quem era à porta. Abriu e fechou a porta, e voltou correndo à cozinha para dar notícia. Dona Chiquinha – curiosa – perguntou antes: – Quem era!? Mariana respondeu de pronto: – Não é ninguém; é o pastor!

Mentiria se eu dissesse que o pastor – nesses últimos tempos – goza de credibilidade. Os falsos pastores têm arruinado a reputação dos homens sérios, pastores de verdade, comprometidos com o Evangelho e com a salvação do maior número de pessoas. Mariana, com sua resposta, apenas externalizou uma realidade “não é ninguém; é o pastor!” Dito de outra forma:  Mariana não era mais crente, e via no pastor, agora, um “joão-ninguém”. Da mesma forma, milhões se comportam desde sempre e sempre vêem o pastor como “ninguém”.

EU SOU O BOM PASTOR: Jesus Cristo é o verdadeiro pastor daqueles que – de coração – desejam segui-Lo . Siga a Jesus Cristo e você jamais irá se decepcionar. Seguir a “pastores-da-terra” pode resultar em grandes e graves decepções. Seja inteligente. Bom pastor tem nome: Jesus Cristo. O humano decepciona; o Divino, nunca.

E CONHEÇO AS MINHAS OVELHAS: Na casinha nr. 157 da Vila Morena, o pastor não pôde reconhecer Mariana à porta. Afinal, ela não era mesmo ovelha dele. No entanto, Mariana pôde reconhecer o pastor, pois costumava vê-lo em suas pregações via Internet. Estava desviada e até ganhara um filho, mas ainda tinha temor a Deus. Há umas perguntinhas a serem feitas ao meu leitor: você tem temor a Deus? Você se considera ovelha de Jesus Cristo? Você diria que é – de fato – reconhecido por Ele, o bom Pastor? Ou você anda desgarrado, desviado, como ovelha que não tem pastor?

E DAS MINHAS SOU CONHECIDO: Ovelha reconhece o seu pastor. Ovelha obedece o seu pastor. Ovelha ama o seu pastor. Seja o meu leitor ovelha; jamais um lobo.

Trimmmm! A campainha soou aqui! Vou ver quem é! Afinal, pode bem ser o meu pastor!

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Uma dor meio escondida…

Salmos 25:18

Olha para a minha aflição e para a minha dor, e perdoa todos os meus pecados

Estaria mentindo se aqui dissesse que não sinto dor(es). E diria a verdade se declarasse que existem diferentes tipos de dores. A rigor, grosso modo, a dor pode ser física e/ou espiritual. Para cada uma delas há um processo de cura – que pode ser breve ou longo. Isso depende de cada um. Pois cada um sabe a dor que tem, a dor que sente, a dor que chegou, desfez as malas e se instalou de vez, para ficar.

DOR FÍSICA: se você quebra uma perna, vai ao médico ortopedista; não vai à porta do vizinho para por ele ser curado. Não, isso não! A dor física, geralmente, é de ligeiro tratamento, desde que as recomendações médicas sejam observadas. Nesse caso, o médico não vai recriminar você pela quebradura; ao contrário, ele vai tratar de curá-la, e rápido.  Dentro de um tempo e metade de outro tempo você estará de volta às suas atividades normais. Benção total!

DOR ESPIRITUAL: mas, o que fazer se a dor é interna, na alma e no espírito, e ela – a dor – vai lhe corroendo por dentro, dia a dia, semana a semana, mês a mês, ano a ano, e você no fundo sabe que muito colaborou para essa dor-da-alma ter-se instalado fundo em você? Você chora de dia e de noite, e sempre disfarça quando alguém lhe pega de olhos vermelhos… Calma! Isso também tem cura! Sim, tem cura e você deve(ria) procurar o melhor dos médicos: Jesus Cristo de Nazaré. Ele pode curar você sem ajuda médica; também pode(rá) Ele curar você através da Medicina.  A Psiquiatria, ou mesmo a Psicologia, muito pode fazer por você. Não seja preconceituoso. Procure ajuda ainda hoje, talvez seguindo esse padrão:

  1. Ore a Deus em busca de sua cura;
  2. Procure a ajuda de um pastor e/ou de uma pessoa idônea e experiente;
  3. Procure a ajuda de um Psicólogo e/ou de um Psiquiatra;
  4. Não se enclausure em sua dor! Ela vai passar – sim, vai passar.

No verso bíblico acima, o salmista roga ao Pai que lhe olhe a dor e lhe perdoe todos os pecados. Por que não fazermos o mesmo!? Chega de chorar, chega de lamentar, chega de se culpar! Hora é de virar o jogo, e o capitão de seu time está a um passo de você! Na verdade, Ele tem estado dentro de você (se você já é, de fato, filho de Deus) ou Ele tem estado à sua porta pedindo para entrar em seu coração.

Sim, sempre há uma dor meio escondida bem no fundo d’alma e do espírito… Mas, hoje ela vai sair! Ah, vai sim!

Que Deus tenha piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

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Frouxo e chocho

2 Samuel 17:2

E irei sobre ele, pois está cansado e frouxo de mãos; e o espantarei, e fugirá todo o povo que está com ele; e então ferirei somente o rei.

Em língua portuguesa – salvo melhor  juízo – esse substantivo masculino (frouxo) aparece uma única vez em toda a Bíblia.

Frouxo significa: algo pouco apertado, solto, inseguro, que não merece confiança – e até mesmo nos lembra o comportamento covarde de alguém. Como sempre, de modo breve, analisemos o verso acima:

E IREI SOBRE ELE, POIS ESTÁ CANSADO E FROUXO DE MÃOS: esse conselho de Aitofel a Absalão não foi seguido, pois Deus confundiu tudo e, ao final e ao cabo, Davi não foi morto pelo seu próprio filho.  Houve livramento de Deus ao seu querido Davi. Deus continua o mesmo e, decerto e por certo, irá livrar você dos planos de seus adversários. Maior é o que está em você do que aquele que está no mundo – e no coração de seus adversários. Aliás, importa que tenhamos adversários. A vida seria muito tediosa sem adversários! Eles precisam estar vivos para assistirem a nossa vitória!

E O ESPANTAREI, E FUGIRÁ TODO O POVO QUE ESTÁ COM ELE: o povo de Deus não teme a nada nem a ninguém. Caiam mil à nossa direita, dez mil à nossa esquerda, não seremos atingidos de morte. Atravessaremos o ‘Jordão de nossa existência’ porque Ele – o nosso Senhor Jesus Cristo – estará sempre conosco. Nunca nos abandonará. Não fugiremos! Ao contrário, ele (diabolos) é que fugirá de nós (cf. Tiago 4.7).

 E ENTÃO FERIREI SOMENTE O REI: Davi não foi ferido nesse episódio. Você, distinto e amigo leitor, não será ferido. Continue confiando em Deus, que a tudo e a todos vê. A justiça será feita, no tempo de Deus, que nem sempre é o nosso. Tenhamos um pouco mais de paciência. Entreguemos – de fato – a nossa vida a Ele.

E assim, chegamos a mais uma segunda-feira, 06.03.2017. Desejo uma abençoada semana a cada um de meus quase sete leitores.

  • Respire fundo;
  • Mantenha olhos bem abertos;
  • Fale pouco;
  • Ouça muito;
  • Seja gentil e educado;
  • Ajude a quem precisa;
  • Esteja aberto ao novo; mas seja criterioso;
  • Faça novas amizades;
  • Ore sempre – sempre.

Não seja frouxo, tampouco chocho!

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Antes que se despedace o cântaro junto à fonte…

Eclesiastes 12:6

Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,

Cântaro vem de Kad (Hebraico) e tem a ver com “aprofundar, criar raízes” (cf. Gen. 25:14-28; Juí. 7:16,19,20; Ecl 2.6; Mar 14;3 e Luc 22:10).

A verdade toda é que o verso acima é uma descrição da velhice e suas respectivas enfermidades. Para uma melhor compreensão, rogo ao meu leitor que leia o verso 1 desse mesmo capítulo. Da leitura de todo o capítulo 12 – e principalmente do verso 6 – compreendemos que:

  1. Todos os dias devemos nos lembrar do Criador. Ele é a razão de tudo e de todos. Somos apenas nuvens passageiras. Mesmo assim, somos convidados a gozar de nossa mocidade, mas com a exata dimensão de nossa temporalidade. Afinal, somos pó e ao pó voltaremos um dia. Que não seja agora – ouço um leitor suplicar, no que concordo com ele, desde já;
  2. À medida que avançamos no tempo, sofreremos os rigores do tempo. Ou seja: a gente vai morrendo aos poucos, dia a dia, semana a semana, mês a mês, ano a ano – sem pressa. Fica sabido que tudo isso pode acabar numa enorme pressa: hoje mesmo – tudo depende dEle, sempre dEle;
  3. A vida tem alto valor diante de nosso Deus. A vida é dom de Deus e por ninguém deve(ria) ser tirada. A vida é também frágil. Portanto, não há “super homem / super mulher”, a não ser em nossas elucubrações e devaneios;
  4. Uma autoanálise deve(ria) ser feita de quando em vez e de vez em quando. Ajustes são necessários – aliás, imperativos! Não tenhamos medo de fazê-los. Velhas posições podem e devem ser abandonadas a fim de acolher-se o novo que  Deus proporciona;
  5.  Antes que se despedace o cântaro junto à fonte, faça pequena oração e agradeça a Deus por mais um dia de vida. Ah, caso você se lembre, inclua o meu nome em sua oração! Obrigado, desde já!

Que Deus tenha piedade de nós! Senhor, tende piedade de nós!

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Todo o castigo pra o ‘crente’ é pouco…

Jó 5:7

Mas o homem nasce para a tribulação, como as faíscas se levantam para voar.

Tribulação vem do grego thli-psis e significa angústia, dor, tristeza, etc. Fica sabido que tribulação não é coisa que aparece sem causa; ao contrário, é – quase sempre – o produto natural da maldade humana; ou mesmo um momento que Deus escolheu para nos provar a fé, e a partir daí, uma vez provados-aprovados, seguiremos com Cristo enfrentando a tudo e a todos (cf. Romanos 8.35-39).  De modo breve, que é nossa característica, analisemos o verso acima:

MAS  O  HOMEM NASCE PARA A TRIBULAÇÃO: essa é a verdade toda e total! Quem prega o contrário, mente de dia, de noite, de madrugada, sentado e em pé! Há uma casta de falsos sacerdotes declarando prosperidade e saúde sobre tudo e sobre todos; vociferam que todos nascemos para a prosperidade (afinal, Ele é  dono do ouro e da prata, blá, blá, blá). Até mesmo criaram uma “Teologia da Prosperidade”, rapidamente absorvida (e propagada) por gente com QI abaixo de 25 e queixo de Jacaré (quem lê, entenda!). Repito o que escrevi em texto anterior: Adão e Eva estragaram tudo e, até hoje, ‘estamos pagando o pato, ou o comer da fruta proibida’.

COMO AS FAÍSCAS SE LEVANTAM PARA VOAR: tente o meu distinto leitor  ‘pegar faíscas com as mãos enquanto elas voam’…!!! Impossível! Portanto, assuma a sua tribulação, o seu jugo, o seu fardo, e aguente até o fim. Ah, isso tudo pode durar uma noite, uma semana, um mês, um ano, ou mesmo vários anos. Ao final e ao cabo, se você se mantiver fiel, receberá a cora da vida – mas, só ao final (cf. Tiago 1.12).

E para não dizer(em) que não falei de flores, aqui vai o meu desejo sobre todos vocês: QUE SUPORTEM A TRIBULAÇÃO ATÉ O FIM!

Ah, e sejam bem-vindos à ‘Gangue dos Atribulados’.

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